Integração contínua com FTP em hospedagem compartilhada

Deploy via FTP hoje em dia é tipo o Batman, o herói que nós precisamos e não o que queremos.

Nos últimos dias, estou trabalhando em um projeto que não há orçamento disponível, basicamente, minha esposa mandou parar de gastar.

Junto com um amigo, tenho um plano de revenda de hospedagem compartilhada, esse aqui, vendemos esse serviço para outros amigos e por ai vai. Como não há orçamento para esse projeto, estou usando uma cota minha da revenda.

Sendo uma hospedagem compartilhada eu perco diversas coisas, uma delas é o acesso SSH, algumas até disponibilizam, mas a minha experiência com isso não foi das melhores.

Vamos ao ambiente. Como repositório de código eu deixo no Bitbucket, isso porque eu posso criar repositórios privados de graça. Com ele eu uso o serviço de pipeline, também de graça. No pipeline, posso montar da mesma forma como no Trevis CI, um arquivo de configurações e ele se vira para rodar os testes unitários, de aceitação e por ai vai.

O deploy, faço via FTP, sim é muito chato fazer isso, mas tem um cara que resolve esse problema para mim, novamente, DE GRAÇA, ele é o DeployBot, com ele, consigo rodar “composer install” em uma imagem docker e ele gerencia isso para mim, pega os arquivos criados na pasta vendor e encaminha para o servidor, conforme for alterado o composer.json ele vai enviar novamente essa pasta, caso contrário só vai enviar as alteraçõs que estão no commit, esse gerenciamento é o que possibilita o deploy via FTP ser aceitável.

Juntando tudo isso, eu consigo fazer meus deploys de forma fácil, não preciso deixar as dependências no projeto e o melhor, usar efetivamente um FTP, o DeployBot que se vire nisso.

Volto a falar, existem formas melhores de fazer isso, mas o deploy via FTP é uma realidade, vamos deixar isso pelo menos mais fácil.

Assim que terminar eu posto o mão na massa, explicando como eu fiz tudo.

 

[ATUALIZAÇÃO]

Link explicando como foi feito.

A oficina do Diabo – Arduino

Sabe aquele momento onde você esta meio sem fazer nada e percebe que pode aprender uma coisa nova e diferente da área que você lida todos os dias. Então, foi assim que eu comecei a aprender eletrônica.

Lembrei das aulas que tive na escola, era uma matéria que eu tinha que passava por todos os cursos técnicos para que possamos escolher qual nós iriamos fazer, ai vem a mente o que é um capacitor, um resistor e um transistor.
Ai eu penso “bem que eu poderia estudar eletrônica usando um Arduino, que sabe fazer uma pequena automação residencial”. Mas isso é para quando souber o que estou fazendo rsrs.

Para conseguir eu precisva de pelo menos um Arduino. Foi ai que comecei a pesquisar, descobri que um dos meus colegas de trabalho possui um e-commerce de produtos para eletrônica o Baú da Eletrônica comprei um kit básico para iniciante, um Arduino Uno, uma protoboard maior do que a que vem no kit e mais algumas pequenas coisas para começar a brincadeira.

Agora é estudar e ver o que acontece 🙂

Conforme eu for fazendo testes e pequenos projetos eu vou postando aqui como foi feito.